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Líbano não busca confronto com Hezbollah, mas não será intimidado, diz premiê

Primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam Hassan Ammar/ AP O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, disse nesta terça-feira (21) que não busca um confront...

Líbano não busca confronto com Hezbollah, mas não será intimidado, diz premiê
Líbano não busca confronto com Hezbollah, mas não será intimidado, diz premiê (Foto: Reprodução)

Primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam Hassan Ammar/ AP O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, disse nesta terça-feira (21) que não busca um confronto com o Hezbollah, apoiado pelo Irã, mas não se deixará intimidar enquanto busca uma negociação direta com Israel para encerrar o conflito. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Salam e o presidente francês Emmanuel Macron se reuniram em Paris em busca de meios para fortalecer o Líbano em possíveis negociações diretas com Israel. Os Estados Unidos vão sediar conversas entre embaixadores do Líbano e de Israel na quinta-feira (23). Ainda não está claro se o objetivo do diálogo é estender um frágil cessar-fogo de dez dias entre Israel e o Hezbollah ou abrir caminho para negociações mais profundas. "Estamos continuando nesse caminho, convencidos de que a diplomacia não é um sinal de fraqueza, mas um ato responsável para não deixar nenhuma avenida inexplorada para restaurar a soberania do meu país e proteger seu povo", disse Salam. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As tropas israelenses ocupam o território no sul do Líbano, com o objetivo de proteger o norte de Israel de ataques, enquanto o Hezbollah afirma que mantém o "direito de resistir" à ocupação israelense. Em 2025, o Líbano disse que desarmaria o Hezbollah, mas o exército libanês foi cauteloso, com receio de provocar tensões internas. Estados Unidos e Israel criticaram o Líbano por não agir com rapidez suficiente. "Não estamos buscando um confronto com o Hezbollah. Pelo contrário, eu queria evitar o confronto com o Hezbollah, mas acredite em mim, não seremos intimidados pelo Hezbollah", disse Salam quando questionado sobre a capacidade de desarmar o grupo. Salam disse que o país precisaria de 500 milhões de euros (US$ 587 milhões) nos próximos seis meses para lidar com a crise humanitária que levou 1,2 milhão de pessoas a se deslocarem do sul, leste e subúrbios do sul de Beirute.